Ao adormecer, sempre aparece
E desaparece quando amanhece
A sua face quero lembrar-me
Ao menos seu nome, uma pista
Procurar-te-ei nesse universo
Ir até onde puder, onde agüentar
Chegar além de tudo que aparece
Para olhar-te, sentir-te, amar-te...
Quero acreditar no sentimento
Que sinto, em meus pensamentos
Quero acreditar na sua existência
E quem sabe um dia abraçar-te
Levar-te-ia até as estrelas no céu
Seria o mais belo sonho que teria
"O poema
Essa estranha máscara
Mais verdadeira do que a própria face"
- Mário Quintana
segunda-feira, 21 de abril de 2008
terça-feira, 8 de abril de 2008
Dia de hoje
Dia acabado,
Enfim terminado
Como exausto
Cansado e aniquilado
De todos, de tudo
Do todo do mundo
Da monotomia o pior
Agregado às do passado
Esquecido... mas lembrado
Como o todo hoje
Transformado em passado
Engolido pelo amanha
Dia chato como ontem
Passado e futuro
Conflitando agora
Tentando um achado
Do pensamento de hoje
Enfim, dia terminado
De todos, de tudo
Adicionado no passado
Como chato e desperdiçado...
--
Enfim terminado
Como exausto
Cansado e aniquilado
De todos, de tudo
Do todo do mundo
Da monotomia o pior
Agregado às do passado
Esquecido... mas lembrado
Como o todo hoje
Transformado em passado
Engolido pelo amanha
Dia chato como ontem
Passado e futuro
Conflitando agora
Tentando um achado
Do pensamento de hoje
Enfim, dia terminado
De todos, de tudo
Adicionado no passado
Como chato e desperdiçado...
--
segunda-feira, 7 de abril de 2008
Nada penso
Tento em nada pensar
Nada além de nada
Nada dela, nada daquela
Garota magrela
Cheia só de tagarela
Esqueça nada pensa
Daquela que leva
Aos braços dela
Meus sentimentos
Daquele dia da primavera
Me atento em nada
Mas a chata lembrança
Cai da estrelada
Daquela varanda
Chega, dormirei
E nada sonharei
Pois em nada, amo ela
Penso em nada de nada
Daquela lembrança garota
Nada além de nada
Nada dela, nada daquela
Garota magrela
Cheia só de tagarela
Esqueça nada pensa
Daquela que leva
Aos braços dela
Meus sentimentos
Daquele dia da primavera
Me atento em nada
Mas a chata lembrança
Cai da estrelada
Daquela varanda
Chega, dormirei
E nada sonharei
Pois em nada, amo ela
Penso em nada de nada
Daquela lembrança garota
domingo, 21 de outubro de 2007
PLua
As coisas passam,
A vida passa.
E leva, levando
Tudo o que se passa.
Não deixa nada
Leva toda manada
Ficando apenas
O mar e suas águas
Vejo a Lua passando
Na noite escura iluminando,
Mas ainda assim
Se distanciando...
Cada vez menor
Cada vez mais distanciando.
Com certeza,
É a vida passando...
A vida passa.
E leva, levando
Tudo o que se passa.
Não deixa nada
Leva toda manada
Ficando apenas
O mar e suas águas
Vejo a Lua passando
Na noite escura iluminando,
Mas ainda assim
Se distanciando...
Cada vez menor
Cada vez mais distanciando.
Com certeza,
É a vida passando...
terça-feira, 18 de setembro de 2007
Amanhã
Sei lá o que quero da vida
Olho para o além
E nada quero esperar
Nem nada para virar
Espero o acontecer
O amanhecer, algo trazer
Sem jamais ver
O que no futuro, há de haver
O presente, nada me traz
Aliás, é obscuro, mais que o futuro
O passado, muita coisa traz,
Mas prefiro deixar no escuro
O futuro é muito distante
È sonhar e desejar
Tudo que quiser e desejar
Desde nadar no mar a voar no ar
Assim espero o futuro
Tendo não esperar
Quero somente, esperar
O raiar do amanhecer
Olho para o além
E nada quero esperar
Nem nada para virar
Espero o acontecer
O amanhecer, algo trazer
Sem jamais ver
O que no futuro, há de haver
O presente, nada me traz
Aliás, é obscuro, mais que o futuro
O passado, muita coisa traz,
Mas prefiro deixar no escuro
O futuro é muito distante
È sonhar e desejar
Tudo que quiser e desejar
Desde nadar no mar a voar no ar
Assim espero o futuro
Tendo não esperar
Quero somente, esperar
O raiar do amanhecer
quinta-feira, 6 de setembro de 2007
Uma recordação
Descreverei aqui um momento de pensar. E pensar, sempre traz más recordações, quando não temos no que pensar agradáveis momentos.
Era bela, muito bela. Quando a vi logo senti, tudo aquilo que jamais senti. Muito além do sentir que da outra vez senti. Ia muito além. Sentimento verdadeiro. Talvez até platônico. Triste e incansável.
Assim era meu amar, que confundia com admirar. Aquele olhar, que não deixa a enganar. Mas que assim estava. Como é complicado amar. Olhar o nada, e já pensar. Em tudo aquilo que estava a passar. Gravava tudo que pudesse me levar as mais distantes ilusões.
Os dias passam, e as pessoas pensam. Pensam como nunca. Por que estavam a amar. Momentos importantes, relevantes. Aquele amor que não era amor era ilusão misturada com admiração, mas que naquele instante era amor e jamais deixará de ser amor. Por que lembrar é reviver, sentir o sentimento que passou, e jamais passará enquanto puder lembrar.
domingo, 2 de setembro de 2007
Amores imperfeitos
Um dia, estarei a amar
Como hoje estou a amar
Mas que não é amar
Olho no olhar, diante do mar
E direi que estou a amar
Um amar diferente do amar
Mas que não deixa de ser amar
Amar é necessidade, devemos amar
Achar, um motivo, um mar
Para poder dizer: “Estou a amar”
Como é estranho amar
Achar, e nem estar a amar
Olhar e pensar em amar
Amo o nada, assim como o amar
Que ama tudo, menos o amar
Como hoje estou a amar
Mas que não é amar
Olho no olhar, diante do mar
E direi que estou a amar
Um amar diferente do amar
Mas que não deixa de ser amar
Amar é necessidade, devemos amar
Achar, um motivo, um mar
Para poder dizer: “Estou a amar”
Como é estranho amar
Achar, e nem estar a amar
Olhar e pensar em amar
Amo o nada, assim como o amar
Que ama tudo, menos o amar
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