Olhe naquela tevê
"Onde? Oque?"
Ele, que tudo ve!
Entende, escreve
E come piraquê
"Ah! Aquele da tevê?"
É aquele mesmo, voce ve?
Olhe de novo!
É ele novamente!
É nobre e respeita
Rasga o peito
E nem morre,
Perfeito homem
Não perca ele!
Por que ele merece!
Ligue a teve e vê!
"Mas é só uma tevê..."
"O poema
Essa estranha máscara
Mais verdadeira do que a própria face"
- Mário Quintana
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Dia a dia
As horas passam, os dias passam
Segunda, terça e hoje, a semana passa
Semana retrasada, passada e essa
"Passa rápido! Nem vi passa!"
Um, dois, três aniversários
Vinte três aniversários...
O tempo anda, depois voa
Ninguém segura, ninguém pega
Acelera e nem breca
Mata se alguém passa
Atropela e nem pára
"Vamo embora, nem olha!"
Quatorze, quinze e dezesseis
Faltam pouco, duas pras seis
A hora passa, mas nem tanto
Tem hora que voa, tem hora que anda
"Calma, daqui a pouco acaba!"
Finalmente cinco para às seis
"Vamo embora, tchau para vocês!"
Segunda, terça e hoje, a semana passa
Semana retrasada, passada e essa
"Passa rápido! Nem vi passa!"
Um, dois, três aniversários
Vinte três aniversários...
O tempo anda, depois voa
Ninguém segura, ninguém pega
Acelera e nem breca
Mata se alguém passa
Atropela e nem pára
"Vamo embora, nem olha!"
Quatorze, quinze e dezesseis
Faltam pouco, duas pras seis
A hora passa, mas nem tanto
Tem hora que voa, tem hora que anda
"Calma, daqui a pouco acaba!"
Finalmente cinco para às seis
"Vamo embora, tchau para vocês!"
terça-feira, 28 de agosto de 2007
E mais uma vez estou a pensar
Estou cheio de me enganar
E ver sempre o desencadear do amar
Como aqueles, que se vêem a acreditar
Em alguém que o amor nunca despertará
Estranho é ver e nada pensar
Os pensamentos aparecem como o luar
Na noite escura, que vem para clarear
Clareia tanto, que me faz pensar
Que o amanhecer está a acontecer
Meus olhos não enxergam
Por que minha mente me leva
Até onde o irreal se esconde
E o escuro se torna a clarear
E nas maiores virtudes, posso me olhar
Isso não é pensar, é enganar
Ou o enganar é o pensar?
Questionar talvez fosse...
Quem sabe ninguém saiba...
E ver sempre o desencadear do amar
Como aqueles, que se vêem a acreditar
Em alguém que o amor nunca despertará
Estranho é ver e nada pensar
Os pensamentos aparecem como o luar
Na noite escura, que vem para clarear
Clareia tanto, que me faz pensar
Que o amanhecer está a acontecer
Meus olhos não enxergam
Por que minha mente me leva
Até onde o irreal se esconde
E o escuro se torna a clarear
E nas maiores virtudes, posso me olhar
Isso não é pensar, é enganar
Ou o enganar é o pensar?
Questionar talvez fosse...
Quem sabe ninguém saiba...
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
Evolução
Ainda um dia, quero entender
O que se passa a meu ver
Evolução deveria ser
Aquilo que melhora
Aquilo que se levanta
O pensamento é evolução
Raciocínio e compreensão
Entender, aprender e saber
Dotes incríveis, inquestionáveis
Poder compreender o mundo
Seu funcionamento, criar teorias
Andar pelo passado e pelo futuro
Como um andarilho do tempo
Mas penso comigo mesmo
De que adianta o poder do pensar?
Gastar grande parte da vida a se desgastar
Criar momentos, imaginar o amar
Evoluir, deveria ser depender menos
Mas o pensar nos faz depender de mais
Cada vez mais...
Feliz, são os seres que não pensam
Olham a sua volta sem pensar
Nem imaginar, nem se alterar
O mundo é apenas um mundo
E mais nada importa
Do que adianta prever?
Esperar o que irá vim?
Imaginar como é o fim?
Pensar é se questionar,
E as respostar simplesmente manipular
E então andar por todo universo
Pela toda vida, e por mais onde quiser
E então, o processo se repetir
Ainda um dia, quero entender
O que se passa a meu ver
Evolução deveria ser
Aquilo que melhora
Aquilo que se levanta
O que se passa a meu ver
Evolução deveria ser
Aquilo que melhora
Aquilo que se levanta
O pensamento é evolução
Raciocínio e compreensão
Entender, aprender e saber
Dotes incríveis, inquestionáveis
Poder compreender o mundo
Seu funcionamento, criar teorias
Andar pelo passado e pelo futuro
Como um andarilho do tempo
Mas penso comigo mesmo
De que adianta o poder do pensar?
Gastar grande parte da vida a se desgastar
Criar momentos, imaginar o amar
Evoluir, deveria ser depender menos
Mas o pensar nos faz depender de mais
Cada vez mais...
Feliz, são os seres que não pensam
Olham a sua volta sem pensar
Nem imaginar, nem se alterar
O mundo é apenas um mundo
E mais nada importa
Do que adianta prever?
Esperar o que irá vim?
Imaginar como é o fim?
Pensar é se questionar,
E as respostar simplesmente manipular
E então andar por todo universo
Pela toda vida, e por mais onde quiser
E então, o processo se repetir
Ainda um dia, quero entender
O que se passa a meu ver
Evolução deveria ser
Aquilo que melhora
Aquilo que se levanta
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Julgando o Sonhar
Eu estive a sonhar
Que um dia, eu pararia de sonhar
Tento, mas sempre me esqueço
E já estais a sonhar
Tu me aparece,
E já estou a sonhar
Sonhos líricos aparecem
Levam-me ao infinito do sonhar
Ela e seu olhar me fazem acreditar
Que um suposto amar, está a cogitar
E os mais lindos pensamentos
Surgem para agradar
Nós somos felizes, jamais tristes
Amor eterno e fraterno
Como é bom amar e ser amado
Sentimento constante e presente
Vós estais a me enganar
Não, eu estou a acordar
O sonhar veio a me interpretar
Um amar sem amar
Eles estiveram a me acordar
Recordei que estive a sonhar
E que o sonhar, me fez amar
A garota, que se mostra desinteressar
Que um dia, eu pararia de sonhar
Tento, mas sempre me esqueço
E já estais a sonhar
Tu me aparece,
E já estou a sonhar
Sonhos líricos aparecem
Levam-me ao infinito do sonhar
Ela e seu olhar me fazem acreditar
Que um suposto amar, está a cogitar
E os mais lindos pensamentos
Surgem para agradar
Nós somos felizes, jamais tristes
Amor eterno e fraterno
Como é bom amar e ser amado
Sentimento constante e presente
Vós estais a me enganar
Não, eu estou a acordar
O sonhar veio a me interpretar
Um amar sem amar
Eles estiveram a me acordar
Recordei que estive a sonhar
E que o sonhar, me fez amar
A garota, que se mostra desinteressar
Tempos
O tempo passa, e ainda penso em ti
Que nunca me olhou, nunca me fez destaque
Mesmo assim, como gosto de ti
Quero sempre te olhar e admirar,
Esta que eu amo e quero
Ti quero, mais nada me importa
O tempo passa, e não mais penso em ti
Quiseste se apossar de meus pensamentos
Esta que foi, e mais ninguém virá
Depois de ti, quero nem mais pensar
Minha mente está querendo me enganar
Viverei, sem jamais tiver que me apaixonar
O tempo passa, e agora estou a me casar
E ti que jamais pensou em mim, agora vem me procurar
Aposta que estou a contracenar, para em ti querendo afetar
Pois tu que ninguém está querendo, vem me acariciar
Estais perdendo tempo, pois não ti quererei amar
O tempo passa, e hoje mais nada está
A querer me alegrar, da mesma forma
Daquela época, de quando estive atrás de ti
E quis estar sempre a sonhar.
Bons tempos,
Podia tudo, voar até o fim do horizonte
Até onde a vista jamais poderia alcançar
E até mesmo o tempo podia parar
O tempo passa, passa e passa
Está aqui, trago a ti o que aprendi
Tudo vai, e nunca volta,
Nem o tempo, nem a memória
O tempo nunca para, mas ele acaba
Que nunca me olhou, nunca me fez destaque
Mesmo assim, como gosto de ti
Quero sempre te olhar e admirar,
Esta que eu amo e quero
Ti quero, mais nada me importa
O tempo passa, e não mais penso em ti
Quiseste se apossar de meus pensamentos
Esta que foi, e mais ninguém virá
Depois de ti, quero nem mais pensar
Minha mente está querendo me enganar
Viverei, sem jamais tiver que me apaixonar
O tempo passa, e agora estou a me casar
E ti que jamais pensou em mim, agora vem me procurar
Aposta que estou a contracenar, para em ti querendo afetar
Pois tu que ninguém está querendo, vem me acariciar
Estais perdendo tempo, pois não ti quererei amar
O tempo passa, e hoje mais nada está
A querer me alegrar, da mesma forma
Daquela época, de quando estive atrás de ti
E quis estar sempre a sonhar.
Bons tempos,
Podia tudo, voar até o fim do horizonte
Até onde a vista jamais poderia alcançar
E até mesmo o tempo podia parar
O tempo passa, passa e passa
Está aqui, trago a ti o que aprendi
Tudo vai, e nunca volta,
Nem o tempo, nem a memória
O tempo nunca para, mas ele acaba
quarta-feira, 15 de agosto de 2007
Recordações de um suposto “Amar”
Estou a chatear
Pois lá longe está o meu amar
Nas entranhas do universo
Onde é difícil descrever um verso
Preciso recordar o meu sonhar
Meu amar que ficou ao acordar
É difícil acreditar no imaginar
E justo ali, cheguei a amar
Ao ver aquele olhar
Senti que estava a amar
De repente, veio o acordar
Não posso recordar
Apenas sei que estava a amar
Só me resta esperar
Um novo sonho me causar
Aí novamente poderei amar
Pois lá longe está o meu amar
Nas entranhas do universo
Onde é difícil descrever um verso
Preciso recordar o meu sonhar
Meu amar que ficou ao acordar
É difícil acreditar no imaginar
E justo ali, cheguei a amar
Ao ver aquele olhar
Senti que estava a amar
De repente, veio o acordar
Não posso recordar
Apenas sei que estava a amar
Só me resta esperar
Um novo sonho me causar
Aí novamente poderei amar
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