"Eterno, é tudo aquilo que dura uma fração de segundo, mas com tamanha intensidade, que se petrifica, e nenhuma força jamais o resgata....
Um dia descobrimos que beijar uma pessoa para esquecer outra, é bobagem.Você não só não esquece a outra pessoa como pensa muito mais nela...
Um dia descobrimos que se apaixonar é inevitável...
Um dia percebemos que as melhores provas de amor são as mais simples...
Um dia percebemos que o comum não nos atrai...
Um dia saberemos que ser classificado como o "bonzinho" não é bom . .
Um dia perceberemos que a pessoa que nunca te liga é a que mais pensa em você...
Um dia percebemos que somos muito importante para alguém, mas não damos valor a isso...
Um dia percebemos como aquele amigo faz falta, mas ai já é tarde demais...
Enfim...
Um dia descobrimos que apesar de viver quase um século esse tempo todo não é suficiente para realizarmos todos os nossos sonhos, para dizer tudo o que tem que ser dito...
O jeito é: ou nos conformamos com a falta de algumas coisas na nossa vida ou lutar para realizar todas as nossas loucuras...
Quem não compreende um olhar tampouco compreenderá uma longa explicação."
[Mario Quintana]
"O poema
Essa estranha máscara
Mais verdadeira do que a própria face"
- Mário Quintana
terça-feira, 8 de maio de 2012
sexta-feira, 4 de maio de 2012
quinta-feira, 3 de maio de 2012
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Dois beijos
Hoje lembrei do seu beijo
Do seu cheiro
Daquele seu jeito
Das suas mãos
Dos desabafos
Aqueles sonhos
Os seus sorrisos
Dos seus olhos
Do seu beijo
Tudo começou com um beijo
E terminou com um beijo
Do seu cheiro
Daquele seu jeito
Das suas mãos
Dos desabafos
Aqueles sonhos
Os seus sorrisos
Dos seus olhos
Do seu beijo
Tudo começou com um beijo
E terminou com um beijo
domingo, 18 de abril de 2010
Uma sexta-feira
Sexta feira. Uma brisa molha meu casaco de leve. As poças no chão refletem os faróis dos carros. Noite fria sem muito o que fazer. A solidão se sugere.
Encontro um banco vazio e gelado. É aqui. A brisa ainda cai e um vento constante passa por mim, sinto uma sensação vazia, mas necessária. Todo homem tem de ter seus momentos de reflexão.
Algumas lojas fechadas compõem o cenário. São Paulo parece vazia. É tarde. Mas os mostruários ficam iluminados no meio da penumbra. E minha reflexão vem à tona. Uma garota. Só pode ser ela!
Ela passeia olhando as roupas da vitrine, e está linda, mais bela do que foi. Os cabelos agora estão louros, mas só pode ser ela. Sinto o seu cheiro, me lembro do seu jeito, da sua voz.
Um guarda me interrompe pedindo para não colocar os pés em cima do banco, uma mania. Acertei-me com os modos. A garota agora já distante faz levantar-me e ir mais próximo.Não sei o que fazer exatamente. O que eu falo? Como vou abordá-la? Será que ela vai querer falar comigo?
Muitas coisas surgiram, um nervosismo, ansiedade, angustia. Ela realmente está linda e de repente só penso nisso. Aproximei-me e parei. Fiquei admirando-a. Segui os seus passos minuciosamente. Ela parou. É agora!
Mas não consegui. Hesitei. E voltei ao banco. Droga! Mas ela vinha voltando. É isso! Aproximou-se. E se aproximou mais um pouco. E ela nem me notou... Então a medindo daquele ângulo percebi que não era ela. Não era tão bela. Parecida, mas não era ela...
E então voltei ao meu lugar, a minha reflexão. O banco vazio e gelado. A brisa molhando meu casaco. Sexta feira fria. Solidão. O guarda me vigiando. As poças d'aguá. A minha vida previsível. A minha mente pedindo um imprevisto.
Encontro um banco vazio e gelado. É aqui. A brisa ainda cai e um vento constante passa por mim, sinto uma sensação vazia, mas necessária. Todo homem tem de ter seus momentos de reflexão.
Algumas lojas fechadas compõem o cenário. São Paulo parece vazia. É tarde. Mas os mostruários ficam iluminados no meio da penumbra. E minha reflexão vem à tona. Uma garota. Só pode ser ela!
Ela passeia olhando as roupas da vitrine, e está linda, mais bela do que foi. Os cabelos agora estão louros, mas só pode ser ela. Sinto o seu cheiro, me lembro do seu jeito, da sua voz.
Um guarda me interrompe pedindo para não colocar os pés em cima do banco, uma mania. Acertei-me com os modos. A garota agora já distante faz levantar-me e ir mais próximo.Não sei o que fazer exatamente. O que eu falo? Como vou abordá-la? Será que ela vai querer falar comigo?
Muitas coisas surgiram, um nervosismo, ansiedade, angustia. Ela realmente está linda e de repente só penso nisso. Aproximei-me e parei. Fiquei admirando-a. Segui os seus passos minuciosamente. Ela parou. É agora!
Mas não consegui. Hesitei. E voltei ao banco. Droga! Mas ela vinha voltando. É isso! Aproximou-se. E se aproximou mais um pouco. E ela nem me notou... Então a medindo daquele ângulo percebi que não era ela. Não era tão bela. Parecida, mas não era ela...
E então voltei ao meu lugar, a minha reflexão. O banco vazio e gelado. A brisa molhando meu casaco. Sexta feira fria. Solidão. O guarda me vigiando. As poças d'aguá. A minha vida previsível. A minha mente pedindo um imprevisto.
segunda-feira, 31 de agosto de 2009
Sensações
Algumas boas sensações levarei
Outras ficarão, então me livrarei
E outras, sem querer, carregarei
Outras ficarão, então me livrarei
E outras, sem querer, carregarei
domingo, 2 de agosto de 2009
Catavento amarelo
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